De fato, não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; pelo contrário, nós fomos testemunhas oculares da sua majestade. 2 Pedro 1:16

quarta-feira, 30 de março de 2011

Desafio profético

Bom, aqui estou eu. Felizmente o curso de teologia que estou fazendo ainda não tem me tomado todo o tempo e posso vir dar uma passeadas aqui - e, felizmente, o curso tem me tomado uma parcela bem grande do dia, suficiente para suprir toda a minha sede por conhecimento bíblico (Na montanha). A questão é que vim para escrever uma outra postagem, mas, dando uma perambulada por outros blogs, encontrei uma imagem ridiculamente macabra e que vinha a concordar com uma idéia de post que, até então, estava incompleta.
O fato é que, ao contrário do que é dito por aí sobre "quanto mais se conhece a Bíblia menos se crê nela", a cada aula de diferentes matérias que tenho, mais firmemente creio no Senhor do Universo. Até onde estudei do Velho Testamento não vi um Deus mal e falho, mas um Pai amoroso, extremamente atencioso e presente, além de ríspido e justo em relação às transgressões e aos inimigos de Israel. A própria Lei do Velho Testamento me deixou ofegante, mostrando o quão altos são os padrões de justiça divinos, só alcançáveis com o auxílio do próprio Deus; também vi na sua complexidade e profundidade a evidente inspiração divina, pois não há código de leis da época tão abrangente e justo.
Toda a evidência arqueológica, profética, histórica, científica, filosófica, literária... cooperam com a autenticidade bíblica. Não existe obra mais bem planejada, bela e respaldada de evidências. Também não existe obra literária mais atacada, estudada e questionada em nosso mundo, sobrevivendo intacta após milênios de luta. O mais engraçado disso tudo é que a Bíblia não foi inspirada com o objetivo de se defender e defender a idéia de Deus, foi inspirada para levar ao mundo a mensagem do Pai para os filhos... imagine, então, se ela tivesse sido planejada também para este fim!
Para mim não há evidência mais sólida do que a profética. No livro "Perguntas que sempre são feitas", Werner Gitt, diz-se que há mais de 6.408 versículos bíblicos com indicações proféticas, sendo que 3.268 já se cumpriram e se tornaram história -já citei isso na postagem: "Perdidos no pântano". O cético que crê que, por acaso, explodiu matéria do vazio e, por acaso, um planeta perfeito se formou no local perfeito do Universo e, por acaso, a vida se auto-criou no local perfeito desse planeta perfeito, localizado no perfeito centro do Universo e, depois, por acaso, se reproduziu e evoluiu perfeitamente, chegando, por acaso (já estou cansado dessa expressão), ao ser humano -que nem com a mais alta tecnologia científica pode ser estudado e compreendido completamente-, não teria dificuldades de imaginar que essas 3.268 passagens proféticas se consumaram... por acaso, por mais insano que isso possa parecer. Mas, convenhamos, aquele que trabalha de forma sóbria há de concordar: isso é impossível, assim como a origem do universo e da vida, complexa ou não, de forma cética, o é.
Para os céticos é muito fácil supor o que não se pode analisar e falsear... e também é muito fácil forjar meia-dúzia de evidências para dar um respaldo mínimo às suas proposições -até porque os leigos, a massa, não têm acesso ao material para, por ventura, tê-lo como a fraude que é. Também é muito fácil questionar e atacar a Bíblia sem levar consigo alguma comprovação evidente. E, sejamos honestos, não há como desafiar a evidência profética! Bom, se o cético pensa que pode, vamos dificultar um pouco e tratar das mais evidentes e inquestionáveis profecias bíblicas: as messiânicas de Isaías. Nem preciso citar a consumação profética em Cristo no Novo Testamento em relação ao capítulo 53 de Isaías. Eu, particularmente, tremi ao lê-la.
"Isaías é contemporâneo ou posterior à Cristo", alguém, obviamente sem evidência e com base na ignorância, poderia vir me dizer. Primeiro: por que questionam tanto o livro de Isaías? Porque suas profecias são tão evidentes e inquestionáveis que, para quem não quer crer em Deus, é impossível conceber tão certeiras previsões de forma casual.
O fato é que entre os Manuscritos do Mar Morto há um rolo do livro de Isaías, datando de pelo menos um século antes de Cristo. Além disso há narrativas de reis assírios que comentam sobre Isaías, a prisma hexagonal de Senaqueribe, nas ruínas da antiga Babilônia há um testemunho escrito do cumprimento de Isaías 13:17-22 e, se já não bastasse, o próprio Messias o citou como profeta doutros tempos, assim como outros escritores e figuras do Novo Testamento: Mateus 3:3; Mateus 13:14; Mateus 15:7; Mateus 8:17; Marcos 7:6; Lucas 3:4; João 1:23; João 12:38; Atos 8:30; Atos 28:25; Romanos 9:27; Romanos 10:16 e 20; Romanos 15:12... (Mais aqui). Note que existem citações do mesmo fato nos evangelhos, comprovando que o que Jesus dissera fora concebido por mais de uma testemunha. Perceba mais: há citações de Isaías noutros livros do Antigo Testamento (2Reis 20:4; 2Crônicas 26:22) e nomes de reis bíblicos no próprio livro de Isaías (capítulo 39), dando uma ampla argumentação histórica. 10% do Novo Testamento cita ou faz alusão ao Antigo Testamento - do AT, apenas 9 livros não são comentados por personagens e escritores do NT.
E o cético pode, então, questionar: "E se Isaías profetizou sobre alguém que nem ao menos existiu?" Primeiro: não há evidência alguma de que Jesus não existira. Segundo: "dificilmente" alguém que não existe falará sobre alguém que existiu -Jesus citando Isaías-. Terceiro: os evangelhos são frutos da observação e convivência com alguém que existiu. Quarto: existem mais de 5.000 manuscritos do Novo Testamento em grego e mais de 9.000 noutras línguas mediterrâneas datando de poucos séculos depois de Cristo (Jesus fora extremamente famoso e revolucionário para dar tantos frutos imediatos). Quinto: a idéia de questionar a existência de Jesus é recente. Os inimigos do cristianismo que vieram pouco depois de Cristo nunca colocaram em questão sua existência física, basicamente zombaram dos cristãos, pois não se podia questionar o evidente. Como disse Lúcio, comediante grego (120-180 d.C): "Os cristãos, você sabe, adoram um homem até hoje, uma pessoa distinta que introduziu novos rituais e foi crucificado por isso" (A Morte do Peregrino, 11-13). Ou Tácito, historiador romano (115 d.C): "Cristo, de onde deriva o nome cristão, sofreu pena extrema durante o reinado de Tibério, nas mãos do procurador Pôncio Pilatos, e uma superstição mortal se espalhou não só na judéia, o primeiro foco deste mal, mas também na Cidade". (Anais XV.44.2-8). Sexto: não teriam ido pro Coliseu e sido martirizados milhares de cristãos sem a motivação de um Cristo real.
Desde Gênesis há uma espera do Povo de Deus pelo primogênito a pisar na cabeça da Serpente, a vencer a morte, que é fruto do pecado. Desde a morte de Abel, Eva ansiou por um varão a quebrar essa maldição. Noé foi concebido com essa esperança e toda a descendência de Abraão e a nação de Israel esperou pelo Messias salvador. Só uma constatação óbvia do fim dessa espera através do nascimento, vida e morte de Jesus, faria um movimento tão forte e ousado como o cristianismo se originar subitamente - e muitos judeus, gregos e romanos tradicionais largarem da religião dos seus ancestrais e enfrentarem um mundo inteiro de perseguidores. O cristianismo não tardou a abalar o Império Romano e chegar, até mesmo, à Guarda Pretoriana. Só uma pessoa real a ser evidente comprovação de uma espera milenar causaria tamanho alvoroço e produziria tanto impacto repentino, fazendo chegar sua mensagem, inclusive, aos aposentos do palácio do Imperador e ao seu trono.
Jesus existiu, há registros de historiadores, há fatos históricos, há reflexos. Mas pode-se provar históricamente ser o poderoso Messias citado por Isaías? Sim. Talo, outro historiador romano, citou o dia em que houve extrema escuridão, o dia da morte de Cristo: "No mundo inteiro houve uma escuridão tenebrosa, as rochas se fenderam com um terremoto e muitos lugares da Judéia e outros distritos foram destruídos. Esta escuridão foi considerada por Talo, no seu terceiro livro de História, como um eclipse solar, mas sem ter boas razões para isso." (Júlio Africano, Cronografia 18:1). Josefo, historiador judeu (37-100 d.C), também fez suas observações: "Por essa época, Jesus, um homem sábio, se é que é justo chamá-lo do homem, pois ele fez coisas maravilhosas; e o que ele ensinava era recebido com alegria. Ele atraiu para si muitos judeus e muitos gentios. E quando Pilatos, seguindo a sugestão das autoridades do nosso povo, condenou-o à cruz, aqueles que o amavam não o abandonaram, e a tribo dos cristãos, assim chamados por causa de Cristo, existe até hoje." (Antiguidades XVIII, 63f). Há, ainda, o famoso ossuário de "Tiago, filho de José, irmão de Jesus", encontrado na Palestina. A própria existência dos apócrifos -livros de autoria e intenções questionáveis- fala de Jesus. Convenhamos: quem questionaria a existência de um líder famoso da antiguidade se mais de 14.000 mil documentos manuscritos o professassem? Só contando manuscritos aceitáveis do Novo Testamento. Por que com Jesus seria diferente? Porque Ele é "Deus demais" para o cético engolir.
Bom, minha apologia culmina aqui: um profeta real, cuja profecia fora testada e confirmada em diversos eventos, lançou profecias sobre o esperado Messias e, bons séculos depois, elas todas se cumprem evidentemente numa pessoa real. Isaías não fora como Nostradamus, que profetizou "guerra e caos", o que obviamente ocorreria. Isaías não lançou palavras sugestivas e com lacunas, sua descrição de Jesus e da vida do mesmo fora detalhada e inerrante. A chance de algo desse tipo ter acontecido casualmente é ínfima. Evidencia-se a ação de Deus na profecia.
Bom, vou completar a argumentação em favor da inspiração divina da Bíblia e sua inerrância com algumas outras profecias messiânicas, retiradas das 700 listadas num apêndice da minha Bíblia de Estudo das Profecias:

-Gênesis 3:15 - o Messias será um homem, descendente da mulher = Lucas 1:31-33.
-Gn 49:10 - o Messias descenderá da linhagem de Judá = Mateus 1.1-16.
-Deuteronômio 18:15, 18-19 - se levantará um profeta como Moisés = João 3:34; Atos 3:20-23.
-2Samuel 7:12 - o Messias descenderá da linhagem de Davi = Mt 3:1-16.
-2Sm 7:14 - o Messias será o Filho de Deus = Mt 3:17; Lc 1:35.
-Salmos 2:1-3 - povos e reis se levantarão contra o Messias = Lc 23:1-25; At 4.25-28.
-Sl 16:10 - o Messias ressucitará dos mortos = At 2:22-32, 13:35.
-Sl 22:6-8 - o Messias será desprezado e zombado =Mt 26:67, 27:27-31; Lc 23:35; Jo 1:10-11.
-Sl 22:12-21 -os inimigos do Messias o cercarão e ele sofrerá muito = Mt 27:27-50; Jo 19:28.
-Sl 22:16 - os pés e as mãos do Messias são traspassados = Jo 19:18, 20:25-27.
-Sl 22:18 - as vestes do Messias serão repartidas = Mt 27:35.
-Sl 34:20 - nenhum osso do Messias será quebrado = Jo 19:31-36.
-Sl 41:9 - o Messias será traído por um amigo = Lc 22:47; Jo 13:18 e 21-30.
-Sl 69:9 -o zelo do Messias pela Casa de Deus o consumirá = Jo 2:13-17. -Perceba que os próprios discípulos citam o cumprimento da profecia.
-Isaías 7:14 - uma virgem conceberá e dará à luz um filho = Mt 1:22-23; Lc 2:6-7.
-Is 40:3-5 - a Voz do Deserto anunciará a chegada do Messias = Lc 3:3-6; Jo 1:23-27
-Is 49:7 - o Messias será desprezado e aborrecido = Mt 26:67; Jo 14:31.
-Is 50:6 - Ele será afrontado e cuspirão nele = Mt 26:39, 27:30.
-Is 52:14, 53:2 - Ele será visto como indesejável =Marcos 15:32.
-Is 53:1 - não se dará crédito à Sua obra = Jo 12:38; Romanos 10:16.
-Is 53:3 - o Messias será desprezado e rejeitado =Mt 26:67; Jo 1:10-11.
-Is 53: 4-6, 12 - o Messias morrerá pelo pecado dos outros e levará suas enfermidades =Rm 4:25; 1Pedro 2:24-25; Mt 8:16-17.
-Miquéias 2:5 - o Messias nascerá em Belém da Judéia = Mt 2:1; Lc 2:4-6.
-Malaquias 3:1 - o mensageiro de Deus preparará o caminho do Messias = Mt 11:7-10.
Para não tornar ainda mais exaustivo, deixarei assim, por mais que esteja tentado a escrever mais algumas das outras muitas profecias messiânicas do Antigo Testamento e dos Evangelhos -até porque na lista de 700 de que disponho, há 108 que se cumpriram na Primeira Vinda de Cristo - no total há 300 profecias messiânicas no Antigo Testamento, todas cumpridas em Cristo. Por curiosidade: a chance de isso ter ocorrido casualmente com uma pessoa qualquer é de 1 em um número com 125 zeros. Creio que isso já basta para o bom entendendor, que, também, há de conceber que as profecias messiânicas relativas ao nosso futuro hão de, sem dúvida alguma, se cumprir, assim como já estão se cumprindo outras profecias relacionadas ao caos político e climático - você pode ler mais em "Cataclismo" e "O Fim".
A questão, leitor, tanto para o crente de pouca fé como para o incrédulo de fé alguma é: com uma evidência tão ampla e inquestionável de profecias que se interligam na Bíblia inteira, há algum questionamento realmente viável quanto à autoridade da Palavra? Sua coerência? Seu verdadeiro autor?! Para mim também é coerente, ao ver o quão inquestionáveis são as Escrituras, submeter-me à todo o ensino bíblico relativo às origens do Universo e do homem, basear minha ciência no que é incorruptível e, jamais, em hipótese alguma, fixar-me nas idéias e concepções destrutivas do mortal e errôneo homem caído. Bom, vamos usar de uma versão alternativa da lei de Hess que, convenhamos, deveria ser mais freqüentemente usada pelos que desafiam a Palavra: de um lado a "tese" e do outro a "antítese" para, após uma subtração ou uso pleno da razão, conceber a "síntese". Minha "tese" é de que a profecia bíblica é superior à profecia daquele que a ataca, o homem, sendo, portanto, a profecia humana a "antítese". Como a tese já está exposta acima, vamos direto ao que profetizou o opositor:

-"O mundo no ano 2000", gravuras do início do século passado:
-"A vida no Sistema Solar", gravuras da década de 30:
-"O mundo acabará no ano 2000", Nostradamus.
-"Visita massiva de aliens em 2008", um bando de loucos.

-E a imagem a que antes me referi, "O homem no ano de 2768", Dr. W. S. Goker, URSS:
Como a imagem acima trata de evolução, não poderia deixar de lembrar que essa teoria humana é mais antiga do que todas as "previsões" acima...
Bom, leve a última profecia, do ser humano em 2768, como um desafio profético. Será como Goker diz ou como a Bíblia diz? A própria Bíblia já desafiou: Isaías 46:9-10; Isaías 41:21-14:

Apresentai a vossa demanda, diz o SENHOR; trazei as vossas firmes razões, diz o Rei de Jacó.

Tragam e anunciem-nos as coisas que hão de acontecer; anunciai-nos as coisas passadas, para que atentemos para elas, e saibamos o fim delas; ou fazei-nos ouvir as coisas futuras.

Anunciai-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que sois deuses; ou fazei bem, ou fazei mal, para que nos assombremos, e juntamente o vejamos.

Eis que sois menos do que nada e a vossa obra é menos do que nada; abominação é quem vos escolhe.

---/---
A questão é óbvia! O ser humano é extremamente falho e precipitado! Lança hipóteses como verdades, para se quebrar depois, assim como prediz com certeza um futuro incerto. Compare, previsões humanas com menos de cem anos arruinam-se, enquanto as previsões bíblicas mantém-se firmes e se constatam há milênios!
As imagens acima deixam bem claro: é extremamente complicado prever algo para o futuro. O homem não tem um conhecimento amplo do tempo, apenas conhece um pouco do passado e vive o presente e, só com base nisso, é "capaz" de "imaginar" o futuro. Isaías, Miquéias, Davi, Malaquias, todos esses profetas do Antigo testamento, eram humanos como nós o somos e, caso suas previsões fossem meramente baseadas em estipulações humanas, padeceriam do mesmo problema temporal que nossos "profetas" atuais padecem e suas profecias seriam bem mais restritas e limitadas (2Timóteo 3:16-17; 2Pedro 1:20-21). Não há como conceber uma inspiração que não seja do próprio Deus nessa história!
Quero que você reflita: quem tem mais moral? Quem está acertando mais? A Bíblia, nitidamente planejada por Deus, ou o homem? Em quem se deve confiar?! Leitor, pense: somente essa questão profética pode abranger toda a área de disputa entre a Palavra e o ceticismo: o acerto inquestionável das profecias fundamenta a Bíblia toda como confiável; o erro nítido dos "sacerdotes" do ateísmo torna questionável toda a atmosfera da ciência cética. Onde mais estão errando? Que doutrinas "científicas" ruirão logo mais, seguindo a tendência? Bom, nos últimos tempos até a crença nos dinossauros de milhões de anos caiu por terra...
Eu vou mais longe: de que adianta para o cético depositar sua confiança no desconfiável e constatadamente errôneo? De que adianta lutar bravamente e basear todo o esforço em algo que está morrendo lentamente? É aqui que paro e questiono: "por que estes dão risada dos cristãos bíblicos, se eles é que estão se quebrando?" A menos que a risada seja uma arma psicológica ou uma fuga, eu não compreendo. O problema é que a maioria das pessoas se limitará apenas ao que leu aqui, não pensará além, não verá quantas implicações essa simples reflexão traz ao ceticismo e, se cético for, continuará pregando contra a existência de Deus, sem compreender que a inerrância das profecias bíblicas só é explicável com a existência dO Próprio.
Pense além, pense mais! Eu não tenho diploma algum e, tampouco, li uma quantidade considerável de livros, mas, por contra-partida, sou um pensador livre! E me orgulho de ser assim numa sociedade que só permite que pense sobre determinado assunto aquele que tem o diploma relativo à ele... ou pior, só permite que pense sobre aquilo que a maioria e os líderes pensam! Desapegue-se da falsidade, desapegue-se da mentira, desapegue-se!! O mundo é muito mais interessante e empolgante do que ensinam por aí...
Natanael Castoldi

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